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O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) possui um acervo de muitos milhares, na verdade centenas de milhares, de objectos. Provêm eles de intervenções arqueológicas programadas ou de achados fortuitos, mas também de aquisições, tendo sido incorporados por iniciativa do próprio Museu ou por depósito ou por doação de investigadores e colecionadores.

Todos os períodos cronológicos e culturais, e também todos os tipos de peças, desde a mais remota Pré-História até épocas recentes, neste caso com relevo para as peças etnográficas, estão representados no MNA. Às colecções portuguesas acrescentam-se as estrangeiras, igualmente de períodos e regiões muito diversificadas.

O MNA é ainda o museu português que possui no seu acervo a maior quantidade de peças classificadas como “tesouros nacionais”.

Existe, pois, sempre motivo de descoberta nas coleções do Museu Nacional de Arqueologia e é esse o sentido da evocação que fazemos, em cada mês que passa, em diálogo com o diferente tipo de actividades que o mesmo desenvolve.


 
 


 
Inscrição Lusitana de Arronches

 
 

20 de maio, 15h30

Peça do Mês Comentada – Inscrição Lusitana de Arronches, por José Cardim Ribeiro

Depósito da Câmara Municipal de Arronches

A inscrição de Arronches (Nordeste alentejano) trata-se de um dos únicos seis textos redigidos em lusitano, ainda que com caracteres latinos, hoje subsistentes e a sua relativa prolixidade e razoável estado de conservação permitiram já alguns avanços no conhecimento dessa língua perdida — e, sem dúvida, prometem muitos mais. Daí a enorme importância patrimonial deste monumento, a que acresce o seu conteúdo histórico, também ele decisivo para aprofundarmos vários ângulos das práticas religiosas, rituais e sociais da comunidade indígena que as protagonizou — e das dos outros grupos populacionais contemporâneos seus congéneres e conterrâneos.

Esta inscrição, cujo suporte é uma laje de grauvaque toscamente afeiçoada, "fala-nos" da consagração e sacrifício de vários animais a divindades indígenas. Mas, para além da evidencia desta consagração, José Cardim Ribeiro convida-nos a descobrir um mundo que persiste, de contextos, deuses e rituais onde a Hispania Aeterna se funde com a Roma Aeterna.




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  última actualização: 24/05/2017
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